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ARTIGOS

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

CHAVEIRO JEAN-PAUL SARTRE

Esta é uma brincadeira para compreender parte das ideias de Jean-Paul Sartre, representante do existencialismo que pensou a liberdade como uma condenação, uma vez que não podemos, em hipótese alguma, agir de maneira compulsória.

Se alguém tem uma arma apontada para a cabeça e tem que escolher entre levar um tiro ou apertar um botão que matará todas as crianças de uma creche, de início pode-se afirmar que essa pessoa, se apertar o botão, foi coagida. Do ponto de vista sartreano, não.

Ao ter a arma apontada para a cabeça e ter decidido apertar o botão, a pessoa escolheu a própria vida ao invés da vida das crianças e, não apertando o botão, tendo sido morto, é porque entendeu que sua vida não importava mais que a das crianças. Isso é exercer a liberdade.

Diante de condições que não escolhemos (a contingência), nossa liberdade está baseada em agirmos a partir do que nos acontece, daí o entendimento de que não importa o que fizeram com você, mas o que você faz a partir do que te fizeram.


Uma das chaves da liberdade está em perceber as possibilidades diante de portas aparentemente trancadas.